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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Prêmio Bola de Prata - Revista Placar

Nesta segunda feira(08), no Museu do Futebol, uma seleção de craques estavam reunidos para a premiação dos melhores jogadores do Campeonato Brasileiro 2008, o Prêmio Bola de Prata realizado pela Revista Placar.
Os jogadores que tiveram uma maior regularidade no campeonato serão os 11 escolhidos para formar a seleção do campeonato. E aquele que tive um maior destaque foi coroado com a Bola de Ouro.

Regulamento:

Os jornalistas de Placar assistem, sempre nos estádios, a todas as partidas do Brasileirão e atribuem notas de 0 a 10 aos jogadores. Encerrado o campeonato, receberão a Bola de Prata os craques que tenham sido avaliados em pelo menos 16 partidas. Jogadores que deixarem o clube antes do final do campeonato serão eliminados. Em caso de empate, leva o prêmio quem tiver o maior número de partidas. Ganhará a Bola de Ouro aquele que obtiver a melhor nota média.

Veja os ganhadores:




































Seleção em campo:


Crise financeira ameaça os cofres dos clubes no futebol inglês

A crise financeira veio sem avisar, causando estragos em todos os meios e no mundo do futebol não seria diferente.
Quatro dos dez clubes mais ricos de todo o mundo disputam a Premier League, primeira divisão do campeonato inglês. A liga que mais arrecada dinheiro e paga os maiores salários para os jogadores – no Brasil o maior salário é o de Ronaldo Fenômeno cerca de R$13,5 milhões por ano enquanto na Inglaterra seu chara Cristiano Ronaldo ganha aproximadamente R$ 24 milhões.
O segredo para a mina de ouro no futebol inglês foi a captação de investimentos dos maiores milionários de todos os cantos do mundo.
Nove das vinte equipes da primeira divisão inglesa são controladas por estrangeiros. Muitos nem estão atrás de retorno financeiro e sim de diversão e estatos sociais.
Nos últimos anos, os ingleses aproveitaram-se do crédito fácil para financiar a compra dos melhores jogadores de todos os continentes. A gastança trouxe uma dívida de mais de 5 bilhões, o dobro do que arrecadaram no ano passado deixando doze dois vinte clubes no vermelho.
Boa parte do prejuízo tem sido financiada, sem juros, pelos milionários russos, americanos e franceses que tomam conta das equipes. Mas a crise fez com que os ricaços perdessem boa parte de suas fortunas.
O maior perdedor é o West Ham, seu patrocinador faliu e seu dono, o banqueiro islandês Bjorgolfur Gudmundsson, viu sua fortuna descer por ralo a baixo. A carteira do russo Abramovich, dono do Chelsea, diminuiu em cerca de 20 bilhões de dólares, o Liverpool teve que brecar no sonho de construir seu novo estádio.

Uma das únicas exceções e que pode se considerar salvo é o Manchester City, vendido em setembro para o xeque Mansur bin Zayed, da família real de Abu Dhabi, cujo patrimônio é estimado em 850 milhões de dólares.
A compra do brasileiro Robinho por 52 milhões de dólares, transferência mais cara na história do futebol inglês e considerado pelos comandantes do time o primeiro passo para a formação de um time vencedor.
Ainda é difícil saber o estrago que causara essa crise aos clubes. As probabilidades são várias, mas pelo passado que tem o futebol faz dele uma das economias mais estáveis do mundo, só que veremos por mais tempo os jogadores nos nossos clubes aqui do Brasil, pelo menos até essa crise acabar.